Red Light District

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Além de tulipas e moinhos de vento, a Holanda ficou conhecida, nas últimas décadas, como um dos países mais liberais do mundo. À medida que o espírito de tolerância tão característico se firmou, as prostitutas reconquistaram o espaço nas ruas, nas portas e, principalmente, nas janelas. Como vitrines, montavam uma espécie de sala de estar e lá, numa poltrona instalada sobre um tablado, exibiam-se para os clientes.

Foi essa a origem do Red Light District, atração turística das mais concorridas. O bairro é um dos mais antigos e pitorescos. Ainda que a prostituição só esteja legalizada desde 2000, as luzes vermelhas piscam há mais de 100 anos.

No começo, as mulheres tinham janelas cativas e muitas vezes moravam nos fundos. Hoje existe um sistema de três turnos, em que cada uma paga por volta de 100 euros (o equivalente a 200 reais) por um período de oito horas na vitrine. O cliente interessado, por sua vez, gasta cerca de 30 euros (60 reais) por dez minutos que passa atrás das cortinas fechadas, geralmente com profissionais estrangeiras – a Holanda ficou rica demais para abrigar a prostituição nativa.

O bairro é parada obrigatória de turistas, e ninguém fala em acabar com ele. No meio de tudo isso ainda tem uma igreja lindíssia.

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