Ahhh, o coitadinho !

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Ahhh, o coitadinho! Às vezes sou acometido de uma indignação visceral por conta de determinados comportamentos que presenciamos. O mais comum de todos, sem dúvida, é o “coitadismo”, ou “a síndrome do coitadinho”.

Falando generalizadamente, podemos ver o quanto o sucesso incomoda os perdedores, que não raro alimentam falácias e calúnias com vontade de desmoralizar aqueles que não se envergonham de trabalhar de sol-a-sol, sem arranjar desculpas para a sua vontade de vencer.

Qualquer pessoa pode mudar para melhor, basta querer. Mudar é fazer as coisas de um jeito diferente. Quem pensa que não pode melhorar está coberto de razões, mas aqueles que pensam que podem é porque realmente podem. Quando a determinação se torna companheira, nenhum obstáculo é capaz de detê-lo.

Segundo os estudiosos sobre inteligência emocional, quando sentimos o coitadismo desenvolvemos a arte de ter compaixão de si mesmos.

Bom, mas há aqueles que usam a “síndrome do coitadinho” para chamar a atenção. Creio que estas pessoas são injustas consigo mesmas, pois ao invés de buscarem a alta performance profissional e intelectual, se penitenciam continuamente não sabendo serem gestores de si mesmas aplicando inconscientemente “ou não” este estilo de vida no seu cotidiano para justificar suas fraquezas.

Refletindo sobre isso, o coaching empresarial, André Loiola relacionou alguns dos instrumentos que podemos usar para trabalhar este fator em nossas vidas e cito dois deles:

– Tenha consciência da existência de seu EU, que representa a capacidade de se responsabilizar por suas escolhas, neuroses, complexos e assim buscar mecanismos de autodeterminação na realização de seus projetos pessoais e profissionais;

– Procure usar seu intelecto para reciclar suas idéias negativas e as imagens perturbadoras, desacelerando os pensamentos e estimulando a deixar de ser um manipulado nos conflitos, e desta maneira assumir o papel principal: o diretor geral de sua vida;

Portanto, saibam de uma coisa: Não existe céu sem turbulência, nem caminhadas sem buracos.

Procure se assumir e assumir as consequências de seus atos, e principalmente, não ter medo da vida. Tenha medo sim, de não viver intensamente os momentos simples que ela nos proporciona.

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